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TOPE NOVE – Games de terror

Quem não gosta de um survival horror, bom sujeito não é! Já que é sexta-feira, e para quem é paulistano rola feriado prolongado, então aí vai um TOPE NOVE com os melhores games de terror, para você já separar o Doritos e a Coca-Cola para gastar os dedos no Joystick na frente da televisão


9) Clive Barker’s Jericho (PlayStation 3, Xbox 360, PC)

Começamos com um game que me atraiu atenção, assim como de muitos fãs de horror, pelo título. Sim, o mestre Clive Barker escreveu a história. O game fala sobre o esquadrão tático JERICHO, que precisa ir até uma cidade perdida onde uma entidade diabólica surge. A missão do tal esquadrão é caçar e destruir o demônio antes que ele acabe com toda a humanidade. FPS todo mundo sabe como funciona: só que aqui cada membro tem uma habilidade diferente, como médico, padre exorcista, feiticeiro, um cara que pode controlar balas, um que invoca demônios, um que usa a projeção astral e um hacker que pode teleportar e essas habilidades faz os personagens se ajudar num sistema de esquadrão incrível. O jogo também tem uma história bem elaborada com aquele estilo sombrio do Barker que a gente tanto ama. Minhas únicas reclamações são a AI bem burra certas vezes e o mal funcionamento de algumas mecânicas do jogo.

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Behold the Red Dragon… Não, espera…


8) Phantasmagoria (PC, Sega Saturn)

Phantasmagoria é e não é um bem um game. Na real é um game point-and-click que se trata de um filme interativo dirigido por Peter Maris. O jogo conta a história da escritora de sucesso Adrienne Delaney e seu marido Don Gordon, que compram uma mansão em uma pequena ilha que antes pertencera ao famoso mágico Zoltan Carnovasch, já casado com cinco esposas, as quais morreram misteriosamente. Com o tempo, vários eventos sobrenaturais ocorrem na mansão e Adrienne precisa descobrir o que, ou quem está lá, antes que ela tenha o mesmo destino das esposas de Carnovasch. Não tem muito o que falar, o jogo é simplesmente incrível, tem doses cavalares de gore e violência, sem falar em uma memorável cena de estupro que rendeu uma puta polêmica pra Sierra On-Line, a desenvolvedora, mas que só serviu pra fazer o game vender mais e os caras socarem o bolso de verdinha.

De rachar a cara!

De rachar a cara!


7) The Evil Within (PlayStation 4, Xbox One, PlayStation 3, Xbox 360, PC)

Após um chamado de emergência de polícia no hospício Beacon Mental Hospital, o detetive veterano Sebastian Castellanos, seu parceiro Joseph Oda e sua equipe vão até o local para averiguar e ver o que estava acontecendo. Ao chegarem lá, encontram praticamente todos os pacientes, enfermeiros e médicos mortos. Ao checarem as câmeras de segurança para análise e em busca de saber o que realmente aconteceu naquele lugar, eles descobrem que algo fora do comum e da realidade convencional tomou posse do local e causou o massacre. Antes mesmo de sair, Sebastian é atacado por uma força desconhecida, ao cair em uma emboscada e fica inconsciente, acordando um realidade totalmente distorcida e perversa. Com elementos de Resident Evil e Silent Hill mesclados num único jogo, The Evil Within é recheado de sequências e criaturas perturbadoras. Uma das criaturas é até mesmo praticamente chupinhada da saga Silent Hill, mas, como não quero falar muito dos acontecimentos do jogo, vamos em frente. O jogabilidade lembra bastante RE 4, com batalhas e puzzles para se resolver. Os únicos problemas pra mim é a dificuldade em certos pontos e o fato do game ser bem pão-duro com munição, mas que acaba sendo ofuscado por uma história bastante envolvente e toda a atmosfera aterrorizante.

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BUGOU!


6) Alone in the Dark (PC)

Em 1924 o famoso artista e proprietário da mansão Louisiana Decreto, Jeremy Hartwood, enforca-se. Mas sua suspeita morte parece não surpreender ninguém pois a mansão tem a fama de ser mal assombrada, fazendo com que o caso seja rapidamente esquecido pelo público e pela polícia. Cabe o jogador, no papel de Edward Carnby ou Emily Hartwood, investigar o local e descobrir a verdade. O jogo tem uma jogabilidade ótima, puzzles e rende alguns bons sustos. A história acaba te prendendo e tem uma atmosfera Lovecraftiana de encher os olhos, além disso, é considerado o pai do survival horror.

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Maldita armadura!


5) Silent Hill (PlayStation)

Harry Mason e sua esposa encontram um bebê abandonado na estrada e o adotam como sua filha, dando o nome de Cheryl. Após o falecimento de sua esposa, Harry está viajando com sua filha para a cidadezinha de Silent Hill, mas acaba batendo o carro ao desviar de uma figura misteriosa. Quando recupera consciência, vê que Cheryl desapareceu. Com o tempo, Mason descobre que a menina tem uma forte e terrível ligação com a cidade e precisa encontra-la, antes que seja tarde demais. Com uma atmosfera sombria e um tom de horror psicológico incrível, foi responsável por redefinir o gênero. Contando com uma história muito bem escrita, momentos aterrorizantes e com uma jogabilidade fluente e com vários puzzles para se resolver além de uma penca de easter eggs, é inegável que seja um clássico.

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Olé!


4) Resident Evil (PlayStation, Sega Saturn, PC)

Após uma equipe desaparecer durante uma missão, a unidade tática S.T.A.R.S envia os quatro membros restantes do Alpha Team, Chris Redfield, Jill Valentine, Barry Burton e Albert Wesker, para descobrir o que aconteceu. Mas ao chegarem lá, descobrem que algo muito, muuuuuito pior. Clássico, sem mais! Momentos aterrorizantes como, por exemplo, o encontro com o primeiro zumbi, batalhas épicas, puzzles de te deixar nervoso ao ponto de fechar o toba e um plot twist de emputecer a face, não havia como deixar esse fora da nossa listinha, que foi o verdadeiro chute inicial para o survival horror nos consoles.

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Na cara não, para não estragar (outro) velório!


3) The Last of Us (PlayStation 3)

Uma mutação causada num fungo dá início a um surto que se alastra por todo o planeta, transformando os humanos em monstros canibais. Vinte anos após a morte de sua filha, Joel se torna um traficante de armas que, após um roubo de sua mercadoria, faz um acordo com a líder de um grupo de rebeldes. Para que devolvam toda sua mercadoria Joel deve levar Ellie, uma garota de 14 anos até um hospital, uma vez que ela é imune ao vírus. Porém, ao saírem da zona de quarentena, descobrem que a missão que até então parecia simples, pode ser mais difícil do que imaginam. Dotado de gráficos exuberantes, uma atmosfera incrível, momentos marcantes, carga emocional enorme, história muito bem escrita e envolvente, jogabilidade fluente, sonoplastia realista e mais vários outros adjetivos bons, é um dos melhores jogos da geração passada e o melhor de 2013 sem dúvida.

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Se em uma adaptação pro cinema não chamarem a Ellen Page e o Gerard Buttler, eu mando uma carta reclamando


2) Alien: Isolation (PlayStation 4, PlayStation 3, Xbox 360, Xbox One, PC)

Quinze anos após os acontecimentos em Alien – O Oitavo Passageiro, Amanda Ripley, filha da fodona Ellen Ripley, parte para a estação espacial Sevastopol, onde se encontra a caixa preta da Nostromo, para tentar descobrir mais detalhe sobre o desaparecimento de sua mãe. Ao chegar ela encontra o local deserto e adivinha o que vai estar esperando por ela? Um dos jogos mais difíceis que já joguei ao lado de Dark Souls II, te rende momentos de desesperos pelo fato de que você não pode matar o xenomorfo, só espantá-lo e a AI dele é uma das mais impressionantes já vista. Missões em locais totalmente distantes, uma atmosfera igualzinha a do primeiro filme, incluindo o visual e retrô, e momentos até mesmo claustrofóbicos e angustiantes, sem falar que o game tem o problema dos checkpoints muito separados, o que dificulta ainda mais. Mas vale a pena, já que é o melhor jogo baseado na franquia até hoje.

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TOBA LACRADO!


1) DOOM (PC)

Uma estação espacial militar, a UAC, está fazendo pesquisas científicas em Marte. É aí que descobrem que o planeta tem um portal para o inferno (por motivos que sabe-se lá por quê). É enviada uma equipe para investigar, porém, ao perder contato com a base, ela é dada como morta. Um único sobrevivente, conhecido apenas por Marine, sobrevive e deve enfrentar o inferno sozinho para chegar vivo em casa. Suprassumo dos jogos de horror e em primeira pessoa, Doom é mais que obrigatório, com toda a atmosfera de ficção científica e terror combinada, com mapas que são ora claustrofóbicos e ora gigantes, cheios de segredos para se encontrar e com muito, muito gore. Sem contar que rendeu uma baita polêmica pelas imagens satânicas e pela violência gráfica apresentada, mas, quando se tem um produto de qualidade ímpar como esse, fez a iD Software encher os bolsos com grana e rendeu mais continuações. Com uma jogabilidade simples e ótima e uma trilha sonora marcante, Doom é com certeza um dos, se não o, melhor jogo de horror pelo menos das antigas.

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Eu gosto é da ultraviolência!


Angelus Burkert
Angelus Burkert
Psicopata em formação. Pegou gosto pelo cinema de horror após ir até a sessão de VHS de terror na locadora e olhar todas as capas de filmes possíveis. Fã confesso de música e games, provável que não mude nada com o passar dos anos, exceto o amor pela carnificina.

10 Comentários

  1. Diogo disse:

    Excelente lista. Mas achei que faltou F.E.A.R. 🙂

  2. Papa Emeritus disse:

    Ótima lista!

  3. Só tiro daí o The Evil Within. Foi uma das maiores porcarias que já tive o desprazer de jogar. xD

  4. The Fox Demon disse:

    O Silent Hill é fodão demais, para mim aquelas versões malignas dos lugares passam um clima de terror e tensão bem maior que qualquer resident evil. Um outro jogo que eu acho muito foda é o Dead Space, que é cheio de criaturas nojentas e tem um clima bem parecido com alien.

  5. Welder Xavier disse:

    Cara, como deixa a série FATAL FRAME e FORBIDDEN SIREN de fora desta lista????????????
    Teve horas de falar: CHEGA POR HOJE!! e desligar meu PS2…

  6. DRAGULIA disse:

    Concordo com o colega, falta aí o Dead Space! De resto, apoio bastante esta lista! Valeu!

  7. Vinicius Lemos disse:

    Lista muito boa mesmo, embora eu daria um jeito de por ai Fatal Frame (o primeiro) e Forbiden Siren (ou o remake SIREN, que é muito foda). E que saudades que me bateu do Alone in the dark, o primeiro jogo que eu vi que vc tinha possibilidade de ler o necronomico (o morrer apos fazer isso, inevitavel, era mero detalhe, hahaha)

  8. Eduardo Henrique disse:

    Eu acho que faltou Silent Hill 2, pra mim foi o jogo com o enredo mais bem elaborado já feito.

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