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TOPE NOVE – David Cronenberg

Hoje um dos diretores mais WTF do cinema faz aniversário. O canadense David Cronenberg, o rei do terror venéreo, possui uma filmografia vasta e bastante versátil, capaz de criar seu próprio estilo – o chamado Cronenbergiano, geralmente calcado no fetiche pela carne e descompassos da ciência. De presente, listamos abaixo os filmes que mais na pegada horror/ sci-fi (por isso ficaram de fora gemas como Marcas da Violência e Senhores do Crime) para fazermos aquele TOPE NOVE malandro, raíz.

Sinta náusea, asco, nojo, repulsa e confusão com a listinha a seguir.


9) Gêmeos – Mórbida Semelhança (1988)

Jeremy Irons interpreta brilhantemente os irmãos Mantle, gêmeos-gênios que costumam fazer tudo juntos como viver, comer e dividir a mesma mulher. Thriller clássico sobre a loucura e insanidade humana em que Irons poderia ter facilmente ganhado um Oscar pela representação de cada irmão com seu próprio trejeito.

Lonely, I’m so lonely, I have nobody...

I’m a lonely boy…


8) A Hora da Zona Morta (1983)

Cronenberg encontra Stephen King! Christopher Walken dá vida a um professor que, após sofrer um acidente e ficar em coma por cinco anos, ganha poderes paranormais para prever o futuro. Ótimo longa que ganhou o Saturn Award de melhor filme de terror do ano.

Sai daqui que eu to possesso!

Sai daqui que eu to possesso!


7) Calafrios (1975)

Em seu terceiro filme apenas, Cronenberg mostra a que veio e entrega uma obra esquisita e com boas doses de terror, contando a história de uma infecção de um parasita criado em laboratório (que parece um cocô) e faz seus hospedeiros se tornarem violentos e tarados!

One cup...

One cup…


6) eXistenZ (1999)

Se você é viciado em jogos eletrônicos, tenha a certeza de que sua vida mudará após ver este longa que mistura sci-fi com algumas nojeiras já características do diretor. Assista e tente não ficar com um nó em seu cerebelo após o final.

Tá meio desconfortável dormir com meu feto aqui do lado…


5) Enraivecida na Fúria do Sexo (1977)

O MELHOR TÍTULO NACIONAL DA HISTÓRIA DO CINEMA. Vírus que deixa todo mundo violento se propaga através de uma moça imune ao mesmo, por um troço saindo de seu sovaco e que deixa todo mundo violento!

Ai que vergonha, nem me depilei...

Ai que vergonha, nem me depilei…


4) Os Filhos do Medo (1979)

Sabe aquele misto de nojeira e asco que talvez nunca sentiu? Esse filme doentio é prova de que algo pode te incomodar tão profundamente que ficará com algumas cenas na cabeça por muito tempo. Ainda mais com aquele final desgracento.

Cantinho da disciplina

Cantinho da disciplina


3) Scanners – Sua Mente Pode Destruir (1981)

Detentos de umas das cenas mais “belas” do cinema fantástico, onde uma cabeça explode apenas com o poder da mente de Michael Ironside. Dá até emoção lembrar dessa sequência, que beleza…

Vai uma neosaldina?

Vai uma neosaldina?


2) Videodrome – A Síndrome do Vídeo (1983)

Crítica poderosíssima contra a alienação das mídias, mais precisamente da TV. Clássico obrigatório para todos os fãs ávidos por um terror absoluto e inteligente.

Tô com um vazio no estômago!

Tô com um vazio no estômago!


1) A Mosca (1986)

Um festival de nojentices em um raro casos em que uma refilmagem se sai melhor do que o original. O Brundlemosca é capaz de causar ojeriza na geral até hoje. Tenha medo, tenha muito medo!

Ô mininu lindu!

Procurar um dermatologista vai bem…

 

 


Guilherme Lopes
Guilherme Lopes
Mineiro de nascimento e paulista de criação, vê nos filmes de terror e afins a diversão e bode expiatório para não cometer atrocidades na vida real. Não se engane com sua carinha de anjinho: ele não rebobinava as fitas antes de devolver à locadora.

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